quarta-feira, 30 de novembro de 2011



Assim como muitos estudantes do ensino médio ou da universidade, eu tinha sonhos de encontrar, dentre uma grande variedade de estudantes, a pessoa certa com quem dividiria a minha vida. Em meus sonhos, os padrões eram bastante razoáveis: inteligente, esperta, bonita, personalidade atraente, capaz de pensar que eu era grande e um estimulante andar com Deus.

Para muitos de meus amigos, o sonho se tornou um pesadelo. O sexo antes do casamento os levou a um vôo de helicóptero que eventualmente os esmagou no asfalto duro, diminuindo seriamente as chances de eles terem um casamento puro e agradável (não mencionando “duradouro”).

O que acontece depois do sexo? As atitudes anteriores dizimam um bom futuro?

Infelizmente, em muitos casos, a resposta é “sim”. Nossas atitudes realmente têm conseqüências. Os explosivos colocados em uma vida hoje podem ser detonados nos tempos mais inoportunos. Assim como as minas terrestres letais, tais explosivos geralmente deixam como resultado muito pouco daquilo que prometia ser tão bom e correto. O sexo antes do casamento, por exemplo, tem uma longa história de produzir desconfiança em casamentos e de causar divórcios.

O sexo antes do casamento sempre se realiza sem o reconhecimento de que a experiência freqüentemente leva ao hábito. A pessoa que pratica o sexo antes do casamento é uma presa fácil para a prática de outros pecados. Embora fiquemos admirados quando ouvimos que alguém teve um caso de adultério, é provável que ele ou ela mantinha um hábito sexual, em sua mente ou em seu corpo, durante algum tempo antes. Um estilo de vida secreto caracterizado por desobediência sempre resulta de provar o gole inicial das águas roubadas do sexo — uma experiência ou um pensamento produz outro, e mais outro, entorpecendo a consciência e enfraquecendo a determinação.


O maior problema da promiscuidade está no fato de que ela acaba em ruína eterna. O apóstolo Paulo disse, em 1 Coríntios 6.9-10, que os ímpios não herdarão o reino de Deus — “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus”.

Você pode iludir os outros, mas não a Deus; portanto, não engane a si mesmo. O pecado leva a julgamento. É verdade que cada pessoa tem pecado e merece o inferno. Nestes versículos, porém, o apóstolo Paulo estava apresentando argumentos para que fossem evitadas as principais tentações enfrentadas pelos crentes de Corinto, uma sociedade que tinha uma cultura muito semelhante à nossa.

Entretanto, Deus pode transformar uma vida de promiscuidade sexual. Depois de catalogar vários tipos de pessoas que não entrarão no céu, Paulo continuou:

“Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Co 6.11).

Existe muita esperança nestas palavras. Depois de haver sido apanhado na teia da lascívia, a sua porção tem de ser um estilo de vida perpetuamente pecaminoso? Não. Por meio de Cristo, você pode ser libertado; e esta não é uma declaração absurda. Embora nunca possa haver perfeição neste lado do céu, existe uma profunda reversão.

Um verdadeiro cristão será capaz de dizer:
“Essa era a minha condição, porém agora por causa de Cristo, não é mais”.

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Texto do Pr. Jim Elliff
Copyright: © CCW / Editora FIEL 2009.
Via Teorlogico
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