quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quero me converter, mas e a perseguição? 2ª parte

Posted by Força Jovem Maranguape On 07:13 No comments


AMIGOS

Você está na escola ou na faculdade, ou ainda no trabalho, e os amigos ficam te enchendo de perguntas: “E aí, fulano, virou crente, hein?!”
“Fizeram lavagem cerebral em você?”


“Agora vai ter que dar o dízimo?”


Não é assim que acontece?


Fui alvo de gracinhas, mesmo quando criança, porque minha família já trazia a luz de Cristo. Tinha uma outra família de amigos dos meus pais que veraneavam próximo à nossa casa. Quando chegava vésperas de carnaval, eles vinham curtir as praias da minha cidade e sair nos blocos locais.


Um dia estava eu brincando com as crianças daquela casa, em meio à confetes e serpentinas, quando uma delas, que não gostava de mim, porque tinha ciúmes das primas, me jogou na cabeça um monte de confetes que havia pegado do chão. Aí eu disse: “Poxa, fulana, não faz isso..”, e ela: “Por que? Por que você é crente? É por causa disso, Andréa?”. E a mãe dela endossando e rindo… senti a dor da perseguição naquele dia, quando nem sabia o que era isso.


Na escola também, mas aí eu já estava na presença de Deus e tinha uma noção maior de como seria quando eu me assumisse cristã, serva de Deus. Foi um tal de menino me pedir pra “ficar”, e eu só dizendo ‘não’, muitas das vezes, ainda, querendo dizer ‘sim’. Fora as piadinhas, que ia nascer teia de aranha na boca, etc….


E no trabalho? Aí foi que pegou mesmo!


Já fui demitida porque meu patrão não gostava de mim porque eu era ‘crente’. A única vez que ele falou comigo assuntos que não eram concernentes ao trabalho, foi pra debochar da minha fé. Disse que havia comprado incenso pra fazer uma Sessão do Descarrego na casa dele. E ria…


Realmente, não é fácil. Temos que seguir firmes, com uma alegria imensa no coração porque, embora pareça ruim, é bom, porque mostra que estamos desagradando ao mundo e, consequentemente, agradando a Deus, e isso não tem preço.


Outra coisa que fiz: me afastei das companhias que tinha quando era “do mundo”. Isso foi tão natural pra mim que quase nem senti. Passou a não fazer mais sentido estar nos mesmos lugares que eles, a fazer as mesmas coisas que eles. Falávamos linguagens diferentes. Não senti falta, fiz outros amigos que falavam da fé e viviam por ela.


Pior do que ser perseguido pelos amigos é ser por aqueles que se dizem da mesma fé que você. Já imaginou isso? Mas fica pro próximo post, ok?! A última parte, em breve.

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